Penetrei em teus pensamentos,
e fiz de ti prisioneiro dos meus.
Não consegui destravar as portas,
nem abrir frestas nas janelas do coração,
que alheio a minha vontade,
a ferrugem do tempo corroeu.
As palavras criaram limo...
Rabisquei frases enternecidas,
nas paredes surdas:
Liberta-me amor!
O eco do pensamento aprisionado
silenciou...
Não ouvistes o meu clamor!
Mônica Amélia
Maceió/Al
13 de fevereiro de 2002

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13 November, 2005
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